The Isle Dragon Roars é JRPG raiz com mundo de cartas

muito dissemelhante de Magic: The Gathering, Slay the Spire e tantos outros card games que fizeram sucesso com a premissa de montar bom deck de cartas para se dar muito no game, Voice of Cards: The Isle Dragon Roars é um game que monta toda a sua estrutura visual usando o concepção de um grande jogo de tabuleiro, montado a partir de uma infinidade de cartas. Entretanto, o game aposta numa jogabilidade e um estilo de jogo muito mais tradicional do que ele se apresenta em um primeiro momento, o que pode decepcionar os fãs que aguardam um jogo de cartas raiz, mas certamente tem um potencial incrível para satisfazer os fãs dos jogos que fizeram da Square Enix o que ela é hoje.

Mas, portanto, do que se trata?

A verdade é que se trata de mais um bom JRPG raiz de turnos que tem tudo para aprazer os fãs do gênero, mesmo que esses jogadores não tenham qualquer privança com jogos de cartas, pois a verdadeira experiência de Voice of Cards: The Isle Dragon Roars é a de jogar um bom RPG de proeza e não um jogo de cartas padrão do mercado.

Pode até parecer um tanto estranho um jogo concebido essencialmente de cartas que não seja, na veras, um jogo de cartas. todavia, tal estranheza seja explicada em partes conhecendo a ideologia dos seus criadores, que são compostos por uma boa troço da equipe que desenvolveu o consagrado Nier: Automata, jogo que agradou grande troço do público, mas todos sabemos que o mesmo também bebe na nascente das ideias um tanto exóticas, por assim expor.

História

A história de Voice of Cards: The Isle Dragon Roars começa quando a rainha do fortaleza do vinda convoca os aventureiros das redondezas para dar cabo de um dragão que acordou recentemente e promete instaurar o caos no mundo construído por cartas do game. Ash, protagonista da história e o principal herói controlável, se apresenta para a tarefa em conjunto com o seu leal companheiro Mar, uma sujeito parecida com um leão marítimo, no intuito de atender convocação da rainha. A partir daí, cabe ao jogador explorar o mundo do jogo em procura de pistas sobre o paradeiro do dragão.

continuamente guiada por um narrador, a história de Voice of Cards: The Isle Dragon Roars toma rumos bastante variados e interessantes. Com histórias paralelas e plot twists interessantes, a narrativa tem elementos necessários o bastante para prender o jogador do início ao termo do game. todavia, é uma pena que o game possa ser terminado em pouco mais de dez horas de jogo e justamente quando o caldo começa a espessar de verdade e o game se torne verdadeiramente reptante, o que deixa um sabor de “quero mais” por troço do jogador.

Gameplay

Na questão de jogabilidade, podemos primar que Voice of Cards: The Isle Dragon Roars funciona uma vez que todo bom JRPG de turnos deveria funcionar, naquela velha, boa e simples mecânica de se aventurar no incógnito, vencer batalhas, lucrar experiência, subir de nível e aprender novas habilidades devastadoras.

É evidente que, uma vez que um bom RPG, existem várias cidades e dungeons a serem exploradas e, uma vez que tudo no jogo, elas são construídas de cartas. Dentro das cidades, todas as cartas que compõem a estrutura já se encontram com sua face principal à mostra, ou seja, o jogador consegue identificar os NPCs, lojas, INNs e demais locais que fazem troço naturalmente de um RPG nipónico raiz.

Já no mundo exterior, o jogo consegue extender até o jogador a experiência de explorar o incógnito, graças ao seu mundo constituído de cartas viradas. cá, as cartas somente são viradas conforme Ash e seus amigos avançam rumo ao incógnito, trazendo um elemento de surpresa ao jogador a cada epístola viradela, que pode ser um baú de recompensa, inimigo a enfrentar ou até mesmo um NPC necessitado de ajuda.

Em relação as batalhas, cada lutador – coligado ou inimigo – tem o seu momento de desferir um ataque, se medicar, lançar efeitos adversos aos inimigos ou dar uma mão para um companheiro. A boa notícia é que, mesmo sendo um jogo construído com cartas, tudo funciona com uma mecânica de jogo independente das cartas, que nesse jogo as usa mais uma vez que uma inovação visual.

Ao final da guerra o jogador ganha experiência até subir de nível, o que garante uma melhora nos atributos ou até mesmo permite que o herói em questão aprenda novas habilidade especiais. Tais habilidades só podem ser acionadas por meio do uso de gemas, que cá fazem o papel de pontos de habilidade.

No primícias da luta a equipe conta com uma gema, mas a cada vez, outra gema é acionada para o jogador fazer uso delas uma vez que muito entender. É provável amontoar até o limite de dez gemas, mas o jogador somente o fará usando o ataque obrigatório de cada lutador, visto que o dispêndio desse simples ataque é zero. Em contrapartida, ataques especiais mais potentes podem fazer uso de até cinco gemas de uma só vez, o que garante um fator estratégico interessante nas batalhas de Voice of Cards: The Isle Dragon Roars.

Audiovisual

Por se apresentar uma vez que um grande jogo de tabuleiro repleto de cartas espalhadas para dar forma ao mundo de aventuras de Ash, Voice of Cards: The Isle Dragon Roars é um game bastante simplista no seu visual. Entretanto, é importante ressaltar que as animações das cartinhas e mesmo o design dos personagens em conjunto com o carisma que a história do jogo cumprem muito o seu papel de aprazer visualmente os jogadores dispostos a dar uma chance ao game, todavia não é zero que salte aos olhos.

O que pode realmente se tornar um diferencial, principalmente para os fãs de Nier: Automata, são as referências artísticas que o jogo toma emprestado da arte citada. Do primícias ao termo do game, é provável perceber similaridades no design dos personagens e principalmente na trilha sonora do game, composta em ambos os games por Keiichi Okabe.

Em suma, o trabalho audiovisual tende a aprazer a grande maioria dos jogadores, pois é notório o esmero nos detalhes de animação de cada uma das centenas de cartas que compõem o game. O DNA exótico de Yoko Taro, a principal mente por trás de Nier, fica evidente em cada um dos detalhes do game e tudo funciona muito muito com a fantástica trilha sonora, embora muito limitada em quantidade, de Keiichi Okabe.

Vale a pena?

Podemos declarar sem nenhum temor de errar que Voice of Cards: The Isle Dragon Roars não é um jogo feito para jogadores que buscam uma proeza no estilo dos jogos de cartas tradicionais, onde o vantagem é atingido superando seu opositor. De toda forma, porém, é provável declarar que Voice of Cards: The Isle Dragon Roars é uma magnífico opção de RPG de turnos, pois o game aposta em uma fórmula simples e divertida que exige pouco do jogador para que o mesmo entenda sua proposta e curta o game em sua plenitude.


Originalmente criado por a35games

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