True Colors mantém tradição com solidez e escolhas

posteriormente provar sua conhecimento em um título spin off da série Life is Strange, a Deck Nine teve a oportunidade de desenvolver o terceiro título da série principal. Nesta estudo de Life is Strange: True Colors, veremos que o jogo em que os sentimentos são representados por cores traz uma narrativa densa onde cada decisão vai influenciar os rumos que a história deve tomar.

Análise de Life is Strange

História básica sem spoilers

Life is Strange: True Colors conta a história de Alex Chen, uma juvenil com um pretérito complicado, sofrido e que viveu a vida porquê um viajor entre orfanatos e lares adotivos por ter sido afastada do seu irmão Gabe Chen pelo Serviço Social. Exausta de tentar uma vida autônoma e fracassar, Alex retorna ao seu ente querido para tentar a sorte numa pequena e aparentemente pacata cidade de Haven Springs no interno do Colorado. Mas, porquê nem tudo são flores, é evidente que a cidade esconde segredos que devem ser trazidos à tona pela protagonista do game, principalmente depois de suportar uma grande perda que culmina porquê o ponto de ignição para a fantástica e imersiva história de Life is Strange: True Colors.

Análise de Life is Strange

O poder das cores

dissemelhante dos primeiros títulos da série principal, Alex Cheng começa o game com pleno conhecimento do seu poder e de porquê usá-lo para investigar e manipular o envolvente em sua volta. Por meio da Empatia, Alex é capaz de sentir a aura das pessoas e prescrever o estado sentimental de cada um, seja num momento de raiva, felicidade, pânico e outros sentimentos.

Cada um dos sentimentos alheios percebidos pelo poder de Alex é representado por uma aura de cor específica que cobre as pessoas que vão azul, violeta até o vermelho, que representa a raiva por exemplo. Daí vem a inspiração do nome do game, pois Alex é capaz de realmente ler o emocional verdadeiro de cada cidadão de Haven Springs e traduzi-los em cores, e não somente isso, ela também pode compartilhar para si os sentimentos e sentir os seus efeitos porquê ódio turvando sua mente e a impossibilitando de tomar decisões coerentes, por exemplo.

Ainda porquê complemento ao poder de Empatia de Alex, é provável que objetos com um cumeeira componente sentimental em relação ao seu possuinte também sejam lidos pela Empatia de Alex, o que agrega um nível mais cumeeira de exploração e entendimento das pessoas que cercam a narrativa que envolve Alex e a cidade de Haven Spring.

Gameplay

Life is Strange: True Colors segue a premissa básica dos demais títulos da série Life is Strange onde o jogador acompanha uma narrativa e decide os rumos que a história deve tomar mediante as mais simples decisões sociais, porquê um apoucar de mãos com um personagem secundário, até o orgasmo de deliberar entre a vida e a morte de um personagem próximo ao protagonista do game. Assim porquê nos primeiros jogos da série, os cenários interativos em que Alex deve bisbilhotar em procura de informações são pequenos e seguem a mesma premissa de poucos comandos para interagir com objetos e pessoas ao longo de todo o game. Dito isto, é de se imaginar que um jogador que acompanhe a série não tenha qualquer impacto de surpresa no que tange o gameplay do jogo, nem mesmo em relação ao uso do poder da Empatia de Alex, que funciona de maneira muito originário.

A estrutura da narrativa é distribuída por meio de capítulos, sendo que ao final de cada um são exibidos na tela a progressão da interação com cada personagem importante na narrativa do jogo, o que é determinante para que o jogador tenha uma noção de porquê procederá até o capítulo último do game e o fechamento da história de Alex conforme sua visão e escolha.

O quotidiano típico dos jogos Life is Strange continua lá e a sua premissa de registrar o que aconteceu no game se mantém intocável. porém, a rede social My Block foi adicionada à gameplay e, de certa forma, consegue complementar a narrativa com informações rotineiras das pessoas importantes à história.

Uma inclusão interessante à série e que tende a quebrar o ritmo algumas vezes maçante da história continuada de Life is Strange: True Colors, é a possibilidade de jogar mini games em locais determinados porquê o bar em que Alex trabalha ou mesmo na própria mansão da protagonista do jogo. Mini games porquê Arkanoid, Mine Haunt, Pebolim e até uma espécie de RPG com pessoas da comunidade são algumas dessas opções que estão distribuídas em momentos chave da narrativa para que o jogador tenha um fôlego a mais entre uma história e outra de Alex.

Aspectos técnicos

Um dos pontos que chamam mais a atenção em Life is Strange: True Colors é a formosura representada na cidade de Haven Springs. Todos os cenários internos e externos apresentam um altíssimo proporção de esmero na concepção de cada pormenor, além das cores muito definidas que dão um ar genuíno de cidade do interno. Entretanto, o que rouba a cena é a trilha sonora do game que conta com algumas músicas muito conhecidas e que foram licenciadas para que a própria protagonista as entoe durante a narrativa. Importante ressaltar que em Life is Strange: True Colors a música tem um papel preponderante na história de vida de Alex, logo a trilha sonora é um paisagem crucial na submersão da história, entretanto a boa notícia é que a Deck Nine acertou em pleno nas escolhas das trilhas.

Durante as cenas de narrativa do game, que são a maioria em Life is Strange: True Colors, tudo funciona de maneira fluida em relação as questões audiovisuais. porém, nas partes em que o jogador controla a protagonista Alex, o game apresenta uma performance deprimente, não só com uma baixíssima descrição de quadros por segundo na tela porquê também uma variação perceptível em todo o momento. O resultado é uma falta de fluidez absurda na jogabilidade, mesmo testando o jogo em um PlayStation 5, que deveria dar conta com sobras desse tipo de jogo com cenários tão diminutos.

Vale a pena?

Life is Strange: True Colors é um jogo extremamente sólido, com uma narrativa das melhores da série e uma protagonista que representa muito muito toda a história que a franquia Life is Strange construiu ao longo desses seis anos de série. Mesmo com problemas irritantes de performance, no universal esse título tem tudo para preencher todo o vazio dos fãs da franquia com uma história capaz de prender a atenção do jogador do primórdio ao término do jogo e até mesmo escravizar novos fãs que curte esse estilo de jogo de escolhas. porém, é honesto manifestar que o título não passa a sensação de um jogo de altíssimo orçamento para justificar o preço pleno cobrado por ele, logo é de se compreender que um aventureiro no gênero e talvez até um fã da franquia tenha uma certa cautela em relação ao momento notório para comprar o game.

Análise de Life is Strange

Colocando esses pormenores em segundo projecto, podemos declarar que Life is Strange: True Colors acerta em todos os demais quesitos da sua proposta narrativa com controle totalidade do seu curso pelo jogador, tornando oriente título mais que obrigatório para qualquer fã da franquia Life is Strange, assim porquê qualquer outro jogador aficionados por jogos narrativos que ainda não tiveram a oportunidade de aproveitar essa intrigante e divertidíssima franquia.


Originalmente criado por a35games

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