Director´s Cut traz ótimo texto extra

Não é mais nenhuma novidade para os jogadores mais antenados que é no final das gerações de consoles, quando os desenvolvedores já desvendaram todos os segredos do hardware do console, que as maiores pérolas da geração são lançadas utilizando o sumo do já cansado console que, cansado, galgou batalhas ao longo de toda uma geração de videogames. uma vez que não poderia ser dissemelhante, e nesta estudo de Ghost of Tsushima vimos que o jogo seguiu esses passos e obteve sua posição de destaque entre os grandes títulos first party do console PlayStation, oferecido o seu grande sucesso mercantil e o indumento de estabelecer um novo paradigma técnico dentre os jogos de sua geração.

Análise de Ghost of Tsushima:

todavia, ainda restava um duelo último à progenitora do título original – Sucker Punch – de expandir a experiência de Ghost of Tsushima para o novo console da Sony, de maneira a aproveitar a maior segmento dos novos recursos disponíveis no novo queridinho da Sony, o PlayStation 5, sem ceder os fãs fieis do saudoso PlayStation 4, que também receberam todas as melhorias possíveis nessa expansão aprimorada. Dessa teoria nasce Ghost of Tsushima: Director’s Cut, que se trata de uma versão definitiva do game que conta com texto expandido no PlayStation 4 e a soma dos recursos do DualSense, Tempest Audio, loading avançado e melhorias gráficas no Playstation 5.

O que tem de novo?

Sem nenhuma incerteza, a cereja do bolo de Ghost of Tsushima: Director’s Cut é a soma de uma imensa dimensão totalmente inédita e que serve de palco para uma história própria, principalmente criada para enriquecer o universo de Ghost of Tsushima. Obviamente estamos nos referindo a ilhota Iki, sítio leste que tem potencial para entreter um bom jogador por umas quinze horas de jogo, desde que o mesmo queira tirar tudo o que a novidade ilhota do game tem a oferecer.

Com sua própria história, a ilhota Iki pode ser acessada no Ato Dois do game principal e funciona quase que uma vez que um game próprio dentro do universo de Ghost of Tsushima, e não uma expansão de dimensão do mundo principal do game. Obviamente existe uma relação íntima entre as histórias, sendo o foco da narrativa em Iki a exploração das origens do personagem Jin Sakai, que incessantemente visitante o pretérito por meio de flash-backs para trazer à tona a história da sua geração, assim uma vez que sua relação antes da queda do seu pai, Kazumasa Sakai.

Dentre as adições que influenciam diretamente no gameplay podemos patentear uma novidade classe de guerreiros mongóis, os Xamãs, que possuem a capacidade colocar os seus inimigos em uma espécie de transe capaz de tirar o melhor de cada lutador, tornando a missão de Jin Sakai das mais difíceis. todavia, logo o jogador deve perceber que deve focar sua guerra nesses indivíduos em um primeiro momento, o que traz um novo elemento estratégico às batalhas de Ghost of Tsushima: Director’s Cut.

Análise de Ghost of Tsushima:

Em relação aos inimigos padrão da ilhota Iki, podemos patentear sua novidade capacidade de utilizar armamentos diferentes durante uma mesma guerra, ocasionando uma troca regular nas posturas de luta de Jin Sakai para batalhar com mais eficiência diante de seus inimigos. Logo, temos aí mais um fator estratégico inserido nessa versão do game.

Quanto aos movimentos de Jin Sakai, o que deve invocar rapidamente a atenção do jogador é a novidade habilidade que o seu cavalo possui de atropelar pequenos grupos de mongóis, trazendo uma novidade dinâmica para boa segmento dos combates. Dessa forma, Jin Sakai não precisa mais descer de sua montaria a cada combate aleatório no vegetal do jogo, tornando os passeios entre contos muito mais dinâmicos e prazerosos.

Durante a façanha na ilhota Iki ainda cabe ao jogador realizar as tarefas básicas do jogo original uma vez que trinchar bambus, conceber Haikus e rezar nos templos para melhorar determinadas capacidades do personagem principal. todavia, algumas novas atividades foram incluídas nessa versão do diretor e o grande destaque fica para o torneio de duelos. Em uma espécie de competição, Jin Sakai deve testar suas habilidades de punhal e roda em atividades festivas, com o intuito de se sagrar vencedor e se tornar respeitado, e assim perpetuar sua novidade mito na ilhota Iki. Pura diversão!

Embora o jogador tenha essas várias novas tarefas que se traduzem em horas de diversão inédita em Ghost of Tsushima: Director’s Cut, a espinha dorsal do game se mantém intacta nessa expansão de texto, portanto é bom o jogador se preparar para concluir vários contos de Iki para progredir na história principal, assim uma vez que investigar a novidade mito do história místico inédito e recolher os preciosos espólios ao seu final.

Mais opções

Além da soma de texto jogável, Ghost of Tsushima: Director’s Cut coloca à disposição do jogador algumas opções que não faziam segmento do pacote original do jogo lançado em 2020. Uma delas tem a função exclusivamente estética, que é não mostrar equipamentos do jogador em tempo real na fisionomia do personagem controlável. Pela primeira vez é verosímil que o jogador selecione se ele quer, ou não, que o seu roda esteja aparente no seu personagem, por exemplo. Obviamente que isso não tem nenhuma consequência no gameplay, uma vez que a impossibilidade de usar o roda que não aparece no personagem, sendo o seu termo somente estético, o que ajuda na hora de tirar aquela foto marota.

Análise de Ghost of Tsushima:

Outra soma, mas que desta vez tem relação direta com a jogabilidade, é a possibilidade de ativar a opção para travar os inimigos durante o combate, alguma coisa que aparentemente foi implementado devido ao apelo da comunidade. Agora é verosímil travar um inimigo específico apertando o direcional do dedo para cima, assim uma vez que mudar os alvos pressionando a mesma direção no direcional. Entretanto, é importante ressaltar que tal opção não vem habilitada por padrão, cabendo ao jogador ativar dentro do menu de opções se for do seu interesse.

Por termo, e ainda que não seja opcional, outra soma muito muito vinda é a sincronia labial para o linguagem nipónico dentro do jogo. alguma coisa que pode não parecer tão importante para quem nunca teve o privilégio de viver as aventuras de Jin Sakai, todavia de extrema prestígio na mergulho do game e alguma coisa muito solicitado por toda a fã base do jogo original. Uma ótima soma!

PlayStation 5

É importante ressaltar que tudo o que foi esmiuçado em Ghost of Tsushima: Director’s Cut até agora, é alcançável a todos os jogadores proprietários dessa versão do jogo no PlayStation 4. Portanto, caso o jogador não tenha ingresso a versão base de Ghost of Tsushima, basta comprar a versão completa de Ghost of Tsushima: Director’s Cut na PSN pela insignificância de R$ 299 na versão PlayStation 4. Caso o jogador já tenha a versão base, poderá remunerar exclusivamente o upgrade no valor de R$ 104 e ter ingresso a todo o texto da versão definitiva.

No caso da versão PlayStation 5, o jogador pode comprar o jogo completo por R$ 349 ou fazer um upgrade da versão Director’s Cut do Playstation 4 pagando R$ 55 e ter ingresso a todo o texto mencionado, assim uma vez que a utilização de todos os recursos do PlayStation 5 em Ghost of Tsushima: Director’s Cut.

Tais recursos vão desde o uso do poder de incêndio do novo console ao entregar um jogo com uma performance muito mais fluida em 60 quadros por segundo, exiguidade totalidade de loadings, solução mais subida em 4K, feedback háptico e gatilhos adaptáveis do DualSense e, por termo, a mergulho sem igual do som 3D proporcionado pelo Tempest Audio.

Não podemos negar que a experiência visual universal é muito parecida entre as duas versões do game, visto que a plena capacidade do PlayStation 5 não é utilizada em sua versão nativa. todavia, é importante salientar que os recursos do PlayStation 5 fazem diferença sim, inclusive no gameplay do jogo, visto a capacidade instantânea das viagens rápidas que só acontecem na versão de novidade geração, além é simples da mergulho sem igual dos recursos do DualSense e do fantástico som 3D desenvolvido exclusivamente para o PlayStation 5. Portanto, não há uma vez que negar que o valor cobrado para se aproveitar a versão nativa da novidade geração e ter uma experiência muito superior no universal, se torna indispensável para quem quer aproveitar ao sumo Ghost of Tsushima: Director’s Cut.

Vale a pena?

Pela perspectiva de quem nunca teve a oportunidade de viver a experiência de Jin Sakai em Ghost of Tsushima, não há nenhuma incerteza de que Ghost of Tsushima: Director’s Cut, principalmente se puder ser aproveitado no PlayStation 5, é um jogo obrigatório para qualquer fã de videogame, pois se trata de um game que abre portas para mais uma grande franquia PlayStation. O game é de altíssima qualidade e segue o padrão de jogos de alto orçamento PlayStation, só que agora com muito mais texto, melhorias e consequentemente, mais qualidade.

Por outro lado, entendemos a parcela de jogadores que há pouco já passaram por todos os imbróglios que cercam a vida de Jin Sakai na ilhota de Tsushima e se sentem extasiados por terem vivido tão recentemente essa façanha fantástica. Logo, é verosímil entender quem prefira esperar uma promoção para comprar o texto, mesmo ele extenso o suficiente para chancelar a existência dessa novidade versão. Ainda assim é espetacular reviver e expandir a fantástica experiência do samurai solitário da ilhota de Tsushima e Iki em Ghost of Tsushima: Director’s Cut.


Originalmente criado por a35games

O que você achou disso?

Clique nas estrelas

Média da classificação 0 / 5. Número de votos: 0

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.

Leave a Comment

5 × 4 =